domingo, 11 de julho de 2010

E a brisa...
Fez você cair em meus braços
Me disse então que estava indo embora
E jurou a mim amor eterno

Um grande aperto tomou conta do meu coração
Já não sentia mais as batidas
A minha voz foi omitida
E apenas lágrimas rolavam no meu rosto

Taxaram-me como louca
E aqui me trancaram
Hoje pediram que vestisse uma roupa preta
E disseram que vamos a um passeio.

Não queria sair daqui
Tenho medo que me machuquem de novo
Com aquela “coisa” ponte aguda
Que me faz perder a noção da vida.


A jovem havia perdido seu namorado e sua família resolveu trancá-la no hospício,
Estes foram os últimos versos que ela escreveu, pois naquele dia ao sair para o passeio, foi a enterro do seu amado, e após um descontrole, mais uma vez lhe aplicaram calmantes, desta vez a jovem se encontrava fraca e seu coração frágil, o que não resistiu a mais uma dose de insanidade...

No bolso da jovem foi encontrado um papel amassado, era um pedaço de papel no qual tinha escrito:


Eles não entenderam que meu amor era pra sempre.
Eles apenas não entenderam que meu amor iria alem da morte...

5 comentários:

Sarah disse...

Nossa! Muito bom mesmo..
E esse é o verdadeiro amor, né?! O que vai sempre além...
Adorei, parabééns!!
Bjos =*

Willyan Luemi disse...

Densos textos constítuido de uma leveza essencial para a sanidade de sensíveis pensamentos.


Um grande abraço.

deh ramos disse...

aaaaaaaaaaah *0*
finalmente você postou!!

ps. o layout do blog tá lindo, viu?
só n entendi pq mudou o nome do blog :/

deh ramos disse...

deixei esse desafio para vc: http://debie-ramos.blogspot.com/p/desafio-da-nath.html

Dionatan disse...

Muito bom, gostei muito. Simples e tocante, gostei mesmo.